O Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo recebe até Sábado a décima-sétima edição do Festival AngraJazz, organizado pela Associação Cultural AngraJazz em colaboração com a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo.

A Orquestra AngraJazz, dirigida por Claus Nymark e Pedro Moreira,  abriu ontem o festival pelas 21h30, contando com a participação de Ricardo Toscano. Pelas 23h30 actuou o René Urtreger Trio. O  programa para sexta-feira conta com a actuação do Deff Denson Trio e do saxofonista Lee Konitz pelas 21h30, e do Sexteto de Jazz de Lisboa pelas 23h30. No Sábado actuará o Tord Gustavsen Trio pelas 21h30, encerrando o festival às 23h30 com Gregory Porter & Band.

Tendo-se afirmado como o festival jazz mais importante dos Açores, o AngraJazz realizou-se pela primeira vez em 1999 no claustro do Convento de S. Francisco, actual Museu de Angra, mantendo-se nesse espaço até 2003, ano em que passou a decorrer no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo. Desde a sua primeira edição que ocorre sempre no primeiro fim-de-semana de Outubro mantendo também desde o início um ambiente de clube de jazz. No âmbito deste festival surgiu em 2002 a Orquestra AngraJazz, projecto de formação promovido pela Associação Cultural, tendo como directores musicais desde esse ano Claus Nymark e Pedro Moreira. Este agrupamento tem aberto todos os festivais após a quarta edição e em 2006 lançou o seu primeiro CD com a cantora Paula Oliveira.

Para mais informações visite http://www.angrajazz.com/2015/ .

Sobre o autor

Natural dos Açores, é doutorando em Musicologia na Universidade de Évora, Mestre em Ciências Musicais pela FCSH-NOVA e Licenciado em Musicologia pela Universidade de Évora. É colaborador no Pólo de Évora do CESEM e no MPMP (edições mpmp e revista glosas) e consultor do atelier de conservação e restauro Acroarte. Entre 2011 e 2012 realizou o catálogo do fundo musical do Arquivo Capitular da Sé de Angra e, entre 2014 e 2015, foi bolseiro no projecto “Orfeus”, integrando actualmente o projecto "Música Sacra em Évora no Século XVIII". Em 2012 fundou o Ensemble da Sé de Angra, em 2013 o Ensemble Eborensis com quem gravou um CD. O seu trabalho centra-se na polifonia vocal portuguesa dos séculos XVI e XVII (Sé de Évora) e a música no arquipélago dos Açores desde o povoamento até ao final do século XIX.

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