No próximo dia 28 de Abril irão realizar-se no auditório do Colégio Mateus de Aranda várias actividades no âmbito da do Dia Internacional do Jazz, que se comemora a 30 de Abril. Este evento, organizado pela Escola de Artes da Universidade de Évora, contará com a participação de alunos da Licenciatura e Mestrado em Música assim como dos docentes do Departamento de Música.

As actividades iniciam-se pelas 14h00 com a palestra “A inclusividade do indivíduo e do grupo no jazz para a democracia do séc. XXI” proferida pelo Doutor Eduardo Lopes, professor do Departamento de Música da Escola de Artes. Das 15h00 às 18h00 segue-se uma “maratona” de ensembles, com a actuação dos vários combos dos alunos do Curso de Jazz. O ensemble de Mestrado em Música actuará pelas 21h30, seguindo-se o concerto da Orquestra de Jazz da Universidade de Évora, dirigida por Claus Nymark.

Para além das variantes de Interpretação, Composição e Musicologia, a Escola de Artes da Universidade de Évora passou também a oferecer a partir do ano lectivo de 2008/2009 o Curso de Licenciatura em Jazz (1.º ciclo). Mais recentemente passou também a oferecer o Mestrado (2.º ciclo) em Música na variante de Jazz, que se junto às variantes de Interpretação e Composição.

Sobre o autor

Natural dos Açores, é doutorando em Musicologia na Universidade de Évora, Mestre em Ciências Musicais pela FCSH-NOVA e Licenciado em Musicologia pela Universidade de Évora. É colaborador no Pólo de Évora do CESEM e no MPMP (edições mpmp e revista glosas) e consultor do atelier de conservação e restauro Acroarte. Entre 2011 e 2012 realizou o catálogo do fundo musical do Arquivo Capitular da Sé de Angra e, entre 2014 e 2015, foi bolseiro no projecto “Orfeus”, integrando actualmente o projecto "Música Sacra em Évora no Século XVIII". Em 2012 fundou o Ensemble da Sé de Angra, em 2013 o Ensemble Eborensis com quem gravou um CD. O seu trabalho centra-se na polifonia vocal portuguesa dos séculos XVI e XVII (Sé de Évora) e a música no arquipélago dos Açores desde o povoamento até ao final do século XIX.

Uma resposta

  1. Anderson de Carvalho

    Se tem uma coisa que eu vou morrer sem entender é essa coisa de se misturar Música Clássica com jazz. Observem o óbvio: nenhuma emissora de jazz do planeta Terra JAMAIS dedicou ao menos um minuto de sua programação a chamada Música Erudita. Vejam por exemplo a nossa “Antena 2” (A Arte que Toca) ela tem diariamente horas dedicadas ao jazz. Agora eu pergunto: ‘alguém já ouviu Claudio Abbado regendo a arrebatadora nona sinfonia de Mahler em alguma rádio jazzística???!’ É preciso separar uma coisa da outra; assim como as emissoras de jazz NUNCA tocam Música Clássica, as especializadas em Música Clássica NUNCA deveriam tocar jazz. Existe uma citação bíblica que sintetiza de forma brilhante este meu pensamento: ‘é impossível servir a dois senhores e agradar a ambos.’

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