O Festival “Música nas Igrejas”, promovido pelo Cabido da Sé de Évora em colaboração com a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, prossegue com cinco concertos durante os meses de Novembro e Dezembro, dois dos quais já realizados. O primeiro realizou-se na Igreja do Convento de Santo António, em Sousel, com um concerto de cravo por Cândida Matos. No passado dia 15, a Sé de Évora recebeu um concerto de órgão por António Esteireiro. No próximo dia 29 de Novembro, pelas 16h30, a Igreja de S. Francisco de Évora acolhe pela segunda vez um concerto deste festival para a formação de flauta de bisel e órgão, com António Carrilho e Rafael Reis, respectivamente.

O festival termina em Dezembro com dois concertos. O primeiro irá realizar-se a 5 de Dezembro, pelas 22h00, na Igreja do Santuário de Nossa Senhora da Conceição em Vila Viçosa, com um concerto para canto e órgão pela soprano Joana Godinho e o organista Rafael Reis. O concerto final irá realizar-se a 12 de Dezembro, pelas 12h00, na Igreja Matriz de Arronches com um Concerto de Natal pelo Coro da Catedral de Évora, dirigido por Rafael Reis e Octávio Martins, com acompanhamento de órgão por Rafael Reis.

Recorde-se que esta é a quarta edição do Festival “Música nas Igrejas”, que percorre várias igrejas alentejanas. O concerto de abertura do festival ocorreu a 3 de Outubro, destacando-se o concerto de abertura da Igreja de S. Francisco de Évora pela Capella Patriarchal, dirigida pelo organista João Vaz.

Sobre o autor

Natural dos Açores, é doutorando em Musicologia na Universidade de Évora, Mestre em Ciências Musicais pela FCSH-NOVA e Licenciado em Musicologia pela Universidade de Évora. É colaborador no Pólo de Évora do CESEM e no MPMP (edições mpmp e revista glosas) e consultor do atelier de conservação e restauro Acroarte. Entre 2011 e 2012 realizou o catálogo do fundo musical do Arquivo Capitular da Sé de Angra e, entre 2014 e 2015, foi bolseiro no projecto “Orfeus”, integrando actualmente o projecto "Música Sacra em Évora no Século XVIII". Em 2012 fundou o Ensemble da Sé de Angra, em 2013 o Ensemble Eborensis com quem gravou um CD. O seu trabalho centra-se na polifonia vocal portuguesa dos séculos XVI e XVII (Sé de Évora) e a música no arquipélago dos Açores desde o povoamento até ao final do século XIX.

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