Acaba de ser fundada a Orquestra de Câmara do Alentejo, que realizará o seu concerto de estreia no Auditório Municipal de Reguengos de Monsaraz, no próximo dia 20 de Fevereiro, no âmbito da gala de abertura de ‘Reguengos Cidade Europeia do Vinho 2015’.

O programa do concerto inclui a abertura Coriolan, op. 62, de Ludwig van Beethoven, o Concerto para clarinete e orquestra em lá maior KV. 622, Ave verum corpus KV. 618 de Wolfgang Amadeus Mozart, e a Sinfonia n.º 1 em dó maior, op. 21, de Beethoven.

O clarinetista António Menino será o solista do concerto de Mozart, contando também a Orquestra de Câmara do Alentejo com a colaboração do Coro da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, Coro Polifónico Eborae Musica e Coral Públia Hortência de Castro. A orquestra será dirigida por João Defesa.

 

 


Natural de Lisboa, António Menino iniciou os estudos musicais como clarinetista com o seu pai aos dez anos de idade. Fez o curso de Clarinete na Escola de Música do Conservatório Nacional com os professores Marcos Romão dos Reis, António Saio e Jorge Trindade. Posteriormente, estudou na Escola Superior de Música de Lisboa com o professor Francisco Ribeiro. Em 1981 ingressou na Banda da Armada, onde desempenha desde 1983 as funções de solista, coordenador de naipe e professor. Realizou várias gravações para a RTP e RDP, apresentando-se em vários concertos no estrangeiro, em países como os E. U. A., Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica e Polónia, como solista ou colaborando com agrupamentos de música de câmara.


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Sobre o autor

Natural dos Açores, é doutorando em Musicologia na Universidade de Évora, Mestre em Ciências Musicais pela FCSH-NOVA e Licenciado em Musicologia pela Universidade de Évora. É colaborador no Pólo de Évora do CESEM e no MPMP (edições mpmp e revista glosas) e consultor do atelier de conservação e restauro Acroarte. Entre 2011 e 2012 realizou o catálogo do fundo musical do Arquivo Capitular da Sé de Angra e, entre 2014 e 2015, foi bolseiro no projecto “Orfeus”, integrando actualmente o projecto "Música Sacra em Évora no Século XVIII". Em 2012 fundou o Ensemble da Sé de Angra, em 2013 o Ensemble Eborensis com quem gravou um CD. O seu trabalho centra-se na polifonia vocal portuguesa dos séculos XVI e XVII (Sé de Évora) e a música no arquipélago dos Açores desde o povoamento até ao final do século XIX.

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