A quarta digressão da Orquestra XXI, a decorrer em Março de 2015, tem início no próximo dia 6, pelas 21h30, nos Claustros da Pousada de Viseu, seguindo-se um concerto no dia 7 de Março, pelas 17h30, no Teatro Municipal da Covilhã, e terminando a digressão no dia 8 de Março, pelas 17h, na Culturgest, em Lisboa.

A Orquestra XXI surgiu em 2013, reunindo cerca de cinquenta jovens portugueses residentes no estrangeiro, em cidades como Londres, Paris, Zurique, Berlim, S. Petersburgo, Amesterdão e Madrid, estando muitos dos elementos relacionados com outras instituições como a Orquestra Sinfónica de Londres, Orquestra Nacional de França e Ópera de Zurique, entre outras.

Vencedora do 1.º prémio no concurso de empreendedorismo social “Ideias de Origem Portuguesa” da Fundação Calouste Gulbenkian, a Orquestra XXI estreou-se em Setembro de 2013 numa primeira digressão pelo Mosteiro de Tibães, Casa da Música, Mosteiro da Batalha e Centro Cultural de Belém, dedicada a obras de Manuel Durão (com estreia absoluta de Plataforma), Fernando Lopes-Graça, Gustav Mahler e Johannes Brahms. Depois deste primeiro sucesso, a orquestra reaparece na reabertura do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, com a 1.ª Sinfonia de Gustav Mahler.

Depois de uma segunda digressão dedicada exclusivamente à obra de J. S. Bach, e de uma terceira dedicada a H. Purcell, B. Britten, M. Ravel, L. A. Pena e L. van Beethoven, o programa das apresentações da quarta digressão será constituído pelo Concerto para violoncelo em lá menor, de C. Ph. E. Bach, Dumbarton Oaks de Igor Stravinsky, e Sinfonia n.º 40 em sol menor, de W. A. Mozart.

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Sobre o autor

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Isabel Pina é doutoranda e bolseira de doutoramento em Ciências Musicais Históricas na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, interessando-se principalmente pelo estudo da história da música em Portugal nos séculos XIX e XX, música e ideologia, nacionalismo, análise e semiótica musical, e imprensa e crítica musical. Concluiu o mestrado em Ciências Musicais tendo apresentado a dissertação “Neoclassicismo, nacionalismo e latinidade em Luís de Freitas Branco, entre as décadas de 1910 e 1930”. É actualmente voluntária na Biblioteca Nacional de Portugal, tendo estagiado no Museu da Música. Enquanto colaboradora do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), é membro do Grupo de Teoria Crítica e Comunicação, do SociMus (Grupo de Estudos Avançados em Sociologia da Música), e co-fundadora do Núcleo de Estudos em Música da Imprensa.