Desde há alguns meses tem sido possível ouvir, no último Domingo de cada mês, o novo podcast Glosando pela música da lusofonia, um programa da revista Glosas com transmissão em directo na rádio-café Lusophonica, no Farol de Santa Marta, em Cascais.

A glosas.mpmp.pt relembra agora a sexta emissão, transmitida a 27 de Dezembro, com o convidado António Baião Pinto. O tema “Odisseia dos tísicos: música e narrativas” abriu espaço para obras de Edward Ayres d’Abreu, Igor Stravinski, Maurice Ravel, Vasco Mendonça, entre outros, numa tentativa de fazer uma ligação entre a música e o acto de contar uma história. (Ver alinhamento completo abaixo.)

A edição encontra-se agora disponível no canal MixCloud da Lusophonica. Se não teve oportunidade de ouvir, poderá fazê-lo aqui:

 


António Baião Pinto colabora com a revista Glosas e com o MPMP Património Musical Vivo. Tem-se dedicado ao jornalismo cultural e à crítica musical e de espectáculo, em diversas publicações. O seu percurso académico passou por instituições como a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, o Instituto Italiano de Cultura e o Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual. Actualmente, é aluno da Pós-Graduação de Direito da Igualdade do Centro de Investigação de Direito Privado da Universidade de Lisboa.


 

Alinhamento

 

Mélanie Bonis (1858-1937), Sonata para flauta e piano op. 64
Yves Charpentier, flauta transversal
Bruno Belthoise, piano

Edward Ayres d’Abreu (1989-), Bocejo em forma de sonho com azuis, luzes e maresia
Bruno Belthoise, piano
João Costa Ferreira, piano

Igor Stravinski (1882-1971), Canção do Rouxinol
Lorin Maazel, direcção
Orquestra Sinfónica da Rádio de Berlim

Luiz de Freitas Branco (1890-1955), III. Tentação da vida (da obra Tentações de São Frei Gil)
Silva Pereira, direcção
Orquestra Sinfónica da Rádiodifusão Portuguesa

Vasco Mendonça (1977-), Group together, avoid speech (do album Step Right Up)
Benjamin Shwartz, direcção
Orquestra Gulbenkian

Gioachino Rossini (1792-1868), Largo al factotum (da ópera O Barbeiro de Sevilha)
James Levine, direcção
Orquestra Sinfónica de Londres

Maurice Ravel (1875-1937), L’enfant et les sortilèges

Alexandre Delgado (1965-), Prólogo e 1ª Variação (da ópera O Doido e a Morte)

 

Sobre o autor

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Natural de Viana do Castelo, completou o Curso de Instrumentista de Cordas e Tecla na Escola Profissional Artística do Alto Minho. Prosseguiu os seus estudos em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, na Universidade Nova de Lisboa. Encontra-se, actualmente, a concluir o Mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação no ISCTE-IUL, Lisboa.