Quem aprecia Música Antiga tem aqui uma boa sugestão de programa de Verão. De 25 de Julho a 1 de Agosto decorrem os CIMA (Cursos Internacionais de Música Antiga) na pitoresca vila de Idanha-a-Velha. A programação deste ano propõe cursos de violino, violeta e violoncelo históricos, oboé barroco, viola da gamba, cravo, baixo contínuo, consort de flautas, música de câmara, grupos vocais e coro, orquestra, improvisação e projectos para crianças e jovens.

Todos os cursos são leccionados por professores de elevado nível e reconhecimento internacional. Para além das masterclasses e concertos, há também workshops de dança histórica, percussão histórica, pão tradicional e um workshop de arqueologia e cultura local, a qual terá muito para oferecer graças aos antepassados romanos desta histórica povoação portuguesa. Mais informações aqui.

 

 

Um outro evento importante: de Julho a Agosto a cidade de Oeiras acolhe o West Coast Early Music Festival 2015. O Festival arranca no dia 5 de Julho (18 horas) no Palácio Marquês de Pombal, com um recital de Jovens Músicos. No dia  12 de Julho (21h30)  passa pela Capela da Misericórdia, com um “Laboratório de Performance Histórica” e “Cantatas e Motetes do Barroco Italiano”.  O concerto de encerramento será na Igreja da Cartuxa em Caxias no dia 3 de Agosto (21h30), com um ensemble formado pelos alunos que frequentaram os CIMA e o “Esplendor do Barroco Francês”.

 

 

Sobre o autor

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Doutorada em Música e Musicologia (ramo de Interpretação) pela Universidade de Évora, é actualmente investigadora do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Iniciou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas: Estudos Ingleses e Alemães (FLUL) e em Canto (ESML). Posteriormente obteve o grau de LGSM (Licenciate by the Guildhall School of Music and Drama) através do Trinity College. Como cantora de ópera, foi “Fanny” em 'O Tanoeiro' de Thomas Cooper (Teatro da Trindade), “2.ª Dama” na 'Flauta Mágica' de Mozart e “Sebastiana”, numa versão portuguesa da sua autoria da ópera 'Bastien und Bastienne' de Mozart. Para além de se apresentar regularmente em recitais, é membro do Coro Gulbenkian.